Com este livro pode recuar no tempo milhares de anos até aos primórdios da magia e entrar em ressonância com a egrégora egípcia. Ficará a conhecer Heka (a magia egípcia), correspondências para cada divindade (cristais, velas e cores correspondentes), como montar um altar, feitiços inéditos com milhares de anos, como consagrar talismãs, astrologia kemética (o seu signo egípcio) e muito mais, ao longo de 167 páginas. Um trabalho de pesquisa intensa ao longo de vários anos, onde procurei traduzir fielmente o significado de hieróglifos e algumas invocações em kemético (egípcio antigo).
Correspondência entre deuses egípcios e Orixás. Exorcismo e feitiços egípcios. Orações. Como criar e preparar um altar. Nomes originais em Kemético. Astrologia Egípcia. Ritual em grupo cerimonial e rituais solitários. Datas de celebração. Posturas de adoração. Tabela de hieróglifos para uma escrita codificada. Invocações em Kemético original. Consagrar amuletos egípcios. Glossário de Termos Keméticos.
O ebook Kindle inclui letra e imagens diversas a cores, bem como um índice interactivo.
Certamente já ouviu falar no Triângulo das Bermudas,
mas e sobre o Triângulo do Alasca? É considerado mais perigoso.
De acordo com a revista The Atlantic, três mil pessoas
desaparecem todos os anos no Alasca.
A maioria desaparece na zona selvagem do
chamado “Triângulo do Alasca”.
Desde 1988, houve mais de 16 mil desaparecimentos na
zona que forma o misterioso triângulo, entre as regiões de Utkiagaviq (também
conhecida como Barrow), Anchorage, e Juneau, a capital do Alasca.
Em 1972, a área do misterioso Triângulo do Alasca
despertou a curiosidade do mundo depois do desaparecimento de um avião Cessna
que transportava políticos norte-americanos na cidade de Anchorage.
O governo dos Estados Unidos levou a cabo uma operação
de 39 dias em busca dos políticos, utilizando 40 aviões militares e 50 aviões
civis. No entanto, nunca encontraram destroços, escombros nem cadáveres.
O Alasca continuou a acumular milhares de casos de
desaparecimentos sem solução. A revista The Atlantic descreve as histórias de
dois jovens que desapareceram misteriosamente.
O primeiro é Rick Hills, que desapareceu em fevereiro
de 2004, aos 35 anos, quando ia buscar um cheque em Anchorage. O outro caso é o
de Richard Bennet, de 39 anos, que desapareceu perto da mesma cidade em 2005.
O gelo e a neve podem apagar os últimos vestígios de
uma pessoa, uma vez que há constantes deslizamentos de terra, glaciares
partidos, rios a transbordar e encostas perigosas. Todos estes fenómenos fazem
com que qualquer explorador possa derrapar, cair e desaparecer com facilidade.
Por outro lado, não existe qualquer explicação para o
desaparecimento de aeronaves.
De acordo com a revista Curiosity, entre elas
estão um avião militar com 44 passageiros em 1950 e o bimotor Cessna 340 com
cinco passageiros em 1990.
Mas o Alasca é palco de muitos mistérios, um deles
sendo grande caso de avistamentos OVNI e abduções.
14 de Dezembro: Eclipse Solar (visto apenas na zona da América do Sul)
21 de Dezembro; Conjugação entre Saturno e Júpiter, algo que não ocorria há 500 anos, será como uma grande "estrela" no céu, tem sido apelidada de estrela de Belém.
A Elite adora simbologia e fazem projectos nas datas astrológicas importantes.
Aproveite também e coloque em marcha um projecto antigo que tinha em mente, tenha fé que o próximo ano será melhor.
Desejo a todos os leitores um Bom Natal e Feliz ano Novo.****
Este é um ano curioso. Surgem todos os dias monólitos (acredito que obviamente são colocados pela mão humana), dia 4 de Dezembro OVNIS sobrevoaram as pirâmides do Egipto.
E dia 21 vamos ter no céu um fenómeno raro ("estrela de Belém") que se trata de Júpiter e Saturno Juntos no céu, criando um efeito de estrela brilhante.
Depois do monólito em Utah (EUA) e outro na Roménia e Califórnia, surge um quarto monólito surgiu, desta vez na costa Sul de Inglaterra na Ilha de Wight.
Electrodos vivos foram
colocados no cérebro de ratos. O objectivo das experiências é estudar como,
futuramente, aplicar essa tecnologia aos humanos e conseguir ligar cérebro a um
computador ou qualquer máquina (CBI: Computer Brain Interface).
O dr Kacy Cullen,
professor associado de neurocirurgia da universidade da Pensilvânia,
desenvolveu um electrodo feito de tecido vivo (minúsculos fios tridimensionais
de células cerebrais).
O Dr Cullen tem ainda o
seu próprio laboratório de neurocirurgia (o Cullen Lab).
Crescidos a partir de
células-tronco e embalados em tubos de gel biodegradáveis, esses electrodos
naturais poderem ser mais suaves no cérebro, fundindo-se e conectando-se com o
tecido vivo em vez de feri-lo. Ele espera que possam resolver alguns dos
problemas com implantes usados em DBS e BCIs e, potencialmente, tornar esses
tratamentos disponíveis para mais pacientes.
“Esta é uma interface
orgânica que realmente permite que fale a linguagem do cérebro - com o
benefício adicional de ser auto-renovável, já que é uma entidade viva”, disse
Cullen. Electrodos vivos podem não apenas substituir os electrodos
tradicionais, mas também restaurar o "conectoma", as conexões de
longa distância que podem esticar e romper durante uma lesão cerebral ou
definhar devido a doenças como Parkinson ou epilepsia.
O caso Trancas como ficou conhecido, foi um evento OVNI que ocorreu em Outubro de 1963 na Argentina, numa zona rural na vila de Trancas (província de Tucumã).
Na noite de 21 de Outubro em Trancas, Argentina, duas irmãs (Argentina e Jolié) preparavam-se para ir dormir mais cedo, pois havia um corte de energia.
A empregada (Dora) chamou-as e disse que viu luzes estranhas lá fora.
Aventuraram-se as três e foram á rua, viram um disco voador e um túnel de luz verde descia deste.
Aproximaram-se, elas conseguiam ver "janelas" nesse disco voador. Começou a descer de dentro do disco uma espécie de névoa, essa névoa devido à luz do disco voador ficava esverdeada também.
Jolié aproximou-se mais e colocou a mão nessa luz verde, ela sentia calor mas não sentiu dor nenhuma nem ardor na pele.
Pouco depois a nave ficou num tom de luz alaranjada, lá dentro parecia haver outras esferas de luz a girar.
De dentro da nave pareciam sair chamas, elas assustaram-se e fugiram.
A nave não as seguiu, mas parecia sobrevoar a "sondar" o terreno agrícola.
Um pormenor estranho, os cães nessa quinta, não ladraram, nem galinhas nem outros animais fizeram barulho.
Houve mais testemunhas naquela localidade.
Um vizinho Francisco Tropiano, disse ter visto luzes estranhas pelas 22h00 da noite.
Um médico que dirigia de carro René Vera, nessa noite, alega que o carro deixou de funcionar. Ele então seguiu a pé para o hospital,
diz ter visto pelo menos 50 luzes estranhas no céu voar a baixa altitude rumo Este, ficando no ar um cheiro a enxofre.
Investigadores no dia seguinte, encontraram no terreno um estranho pó branco granulado, análises verificaram que não era areia nem pó daquele terreno, não tinha a mesma constituição orgânica.
Era composto de 96,48% carbonato de cálcio e 3,51% potássio, poderiam ter-se gerado após uma reacção exotérmica forte. Havia ainda uma marca de 8 metros de diâmetro no chão.
Este caso inspirou Steven Spielberg a produzir o filme "Encontros imediatos de terceiro grau".
Um caso extraordinário aconteceu em 1976 nas ilhas Canárias, várias testemunhas viram uma esfera muito luminosa no céu (três vezes mais larga que a lua) inclusive há uma fotografia.
A fotografia foi captada por um turista em Maspalomas, a sul da gran Canária (uma das ilhas espanholas a noroeste de África).
Os mais cépticos não podem argumentar que foi um lançamento de míssil (nessa época não era comum) nem um drone (pois não haviam drones).
Na noite de 22 de Junho de 1976 (cerca das 22h15), várias centenas de testemunhas e em localidades diferentes viram um clarão no céu, o fenómeno durou 40 minutos.
Entre as testemunhas não havia apenas civis, mas militares também.
Pelas fotografias podemos notar um enorme clarão, note que na época não havia máquinas digitais, as máquinas de rolo com negativo eram muito sensíveis à luminosidade, nas fotos podemos ver apenas um clarão.
As testemunhas dizem que dentro da esfera voadora, conseguiam ver duas figuras (vultos) dois seres no interior.
Ilustração
Várias testemunhas que estavam numa corveta "Atrevida" da marinha espanhola, na costa sul de Fuerteventura, avistaram o objecto.
O capitão, cujo depoimento consta do expediente 760622 desclassificado pela Aeronáutica em junho de 1994, expressou-se da seguinte forma:
Às 21h27 (hora local das 22h27) do dia 22 de junho, foi visto pela primeira vez um foco luminoso, de uma intensa cor azul-amarelada, saindo do chão e subindo em altura em direcção à nossa posição ... Certa vez, a altura (15º-18º) permaneceu imóvel, girando a sua projecção luminosa, revelando o foco da fonte. Permaneceu assim por aproximadamente dois minutos, originando um grande halo de intensa luz amarelo-azulada, que permaneceu na mesma posição por quarenta minutos, mesmo após o desaparecimento do fenómeno que lhe deu origem.
Após dois minutos o foco dividiu-se, deixando uma parte menor em baixo, no centro do círculo luminoso, formando uma nuvem azulada e desaparecendo a fracção que deu origem a esse núcleo azulado. O superior assumiu uma altura em espiral de forma rápida e irregular, desaparecendo posteriormente. Todos esses movimentos não afectaram em nada o halo circular inicial, que estava sempre nas mesmas condições, iluminando parte da terra e do mar, o que sugere que não se tratava de um objecto distante, mas próximo.
O incidente de Lonnie Zamora foi um encontro OVNI que ocorreu a 24 de Abril de 1964 em Socorro, Novo México.
O polícia Lonnie Zamora teve um encontro com uma nave extraterrestre, o caso é sólido pois houve outras testemunhas que avistaram uma nave igual, no solo haviam vestígios (areia fundida em vidro, devido a altas temperaturas, marcas de aterragem e um arbusto queimado).
Este caso teve grande cobertura dos Média, o exército americano investigou, a força aérea e o FBI (não se sabe bem porquê, mas o FBI pediu às testemunhas que nunca revelassem detalhes a ninguém).
O polícia Zamora descreveu a nave e fez um esboço, tinha forma oval e um estranho símbolo com uma seta, ainda questionou se teria sido algum avião secreto militar, um teste de voo de algum módulo lunar americano, mas todas as autoridades disseram "Não realizámos nenhum teste" "Esse engenho voador não é nosso".
O professor Allen Hynek do projecto "Blue Book" da força Aérea investigou este caso, e nem tentaram negar com uma explicação "científica" este caso, concluíram que permanecia sem explicação.
Como tudo aconteceu:
O polícia Lonnie Zamora ia numa perseguição, eram 17:45, dirigia-se a Sul de Socorro (Novo México), mas ouvi um estrondo enorme e abandonou a perseguição.
Observou um estranho objecto, em forma oval, parecia de cor branca, tinha um símbolo vermelho de uma seta com uma curva por cima. Viu dois seres pequenos (do tamanho de crianças) no lado exterior da nave.
O objecto depois descolou, foi embora.
Zamora havia chamado via rádio os colegas, quando chegaram ao local ainda viram alguns arbustos a queimar.
Houve outras testemunhas (a quilómetros de distância), o que indica que essa Nave pode ter visitado outros locais.
Quando Maurice Masse ,fazendeiro de Valensole , França , viu um desenho do navio Zamora, ficou surpreso, pois era o mesmo que eu o tinha visto em seus campos de lavanda um ano depois, em julho de 1965 . Ele também viu os dois seres.
Um caso famoso foi o do voo 169 da VASP (Viação Aérea São Paulo) em 1982.
O voo dirigia-se de Fortaleza para Rio de Janeiro, a 8 de fevereiro de 1982, pelas 3h00 da madrugada o comandante Gerson Maciel de Britto, do Boeing 727, avistou um objecto voador luminoso e relatou a todos os 150 passageiros que, em boa parte, foram para as janelas tentar ver o objecto. Segundo o comandante, o objecto foi visto pela primeira vez por volta das 3h da madrugada, quando o avião sobrevoava o estado da Bahia, e acompanhou a aeronave até pouco antes do pouso no Rio de Janeiro.
Britto chegou a comunicar o facto aos órgãos de controlo de tráfego aéreo. No entanto, os radares não detectaram nenhum sinal próximo ao avião da Vasp. Próximo a Belo Horizonte (MG), os radares receberam um sinal oito milhas náuticas (15 quilómetros) à esquerda do Boeing 727.
O objecto via-se pelas janelas do lado esquerdo do avião e era uma luz muito forte, que se aproximava e se afastava do avião, mudando de cores entre laranja, branco, azul e vermelho. O objecto também teria sido visto por um avião das Aerolíneas Argentinas e outro da TransBrasil, segundo o comandante da Vasp.
Em entrevista ao "Jornal Nacional" na época, o comandante Britto disse que tentou fazer contacto com o OVNI.
"Sinalizei várias vezes os faróis da aeronave, os faróis de asa, para ver uma resposta, talvez, por parte deles. Apenas o que pude identificar como uma resposta foi a aproximação bem acentuada da aeronave a ponto do radar de Brasília ter detectado esse objecto a oito milhas do nosso avião", disse.
Alguns passageiros também afirmaram ter visto o objecto luminoso durante o voo.
"Observei muito nítido aquelas pontas, cinco pontas, meio pontiagudas e uma metade de uma argola ou de um aro. A luz era bastante forte. Um azul-claro, um azul estranho, como aquelas lâmpadas de mercúrio", afirmou uma passageira, também em entrevista ao "Jornal Nacional" na época.
Um caso extraordinário aconteceu a 28 de Novembro 1980, a um polícia britânico Alan Godfrey na cidade de Todmorden (West Yorkshire, no noroeste da Inglaterra).
O agente Alan foi chamado a uma ocorrência, algumas vacas desaparecidas, na manhã de 28 de Novembro. Ele viu um veículo aproximando-se, era perto da estrada Burnley, parecia um autocarro, porém quando estava mais perto viu que aquele veículo era algo mais bizarro.
O estranho objecto levitava a metro e meio acima do solo, tentou assustado chamar reforços via rádio mas o rádio não funcionava. Pegou no bloco de notas e desenhou o objecto com tantos detalhes quanto possível.
A nave parecia ter 4 metros de altura e 6 metros de diâmetro. Rodava sobre si mesma no sentido anti-horário, tinha forma ovalada. Viu um enorme flash e perdeu a noção do tempo, Alan recorda-se apenas de ter acordado numa zona a vários km dali.
Mais tarde quando foram ver o local em que a nave esteve, a vegetação no solo estava seca, naquela zona.
Este caso foi bem sério e credível, o polícia foi analisado psicologicamente e constatou-se que não inventou nada, além disso houve mais testemunhas, polícias de outra base (Halifax) alegam ter visto também um estranho objecto luminoso descer do céu, e ir em direcção a Todmorden Little.
As botas de Alan estavam muito desgastadas e rasgadas na sola, como se tivesse sido arrastado pelo solo.
Após ter sido submetido a consultas de hipnoterapia (para tentar recordar algo, sobre os 15 minutos de lapso de tempo) Alan recordou novos detalhes.
Esteve numa sala e um homem comunicava com ele telepaticamente, o nome do indivíduo era Yosef, haviam mais seres (pequenos do tamanho de crianças) com cabeça oval, mas pareciam humanoides, meio ciborgues.
Alan chegou a dar algumas entrevistas e publicou um livro.
Nesse ano de 1980 houve vários incidentes OVNI na Inglaterra, um camionista segundo consta também foi abduzido, e um caso mais grave foi de um mineiro de Tingley: Zigmund Adamski que apareceu morto, nesse mesmo ano.
O seu corpo, encontrado num monte de carvão em Todmorden, tinha estranhas queimaduras na nuca e pulsos, um tipo de gel amarelo nas queimaduras era uma substância que os médicos forenses não conseguiram identificar. A notícia foi publicada em vários jornais, e a BBC publicou artigos sobre o caso.
O médico legista Alan Edwards, durante a autópsia, relatou que a barba de Zigmund não havia crescido durante os cinco dias que ele esteve desaparecido, bem como unhas, cabelos e pelos de seu corpo no geral. Era como se o crescimento tivesse sido interrompido por todo esse tempo.
Não haviam ferimentos ou rupturas internas, tampouco algum dano por conta de problemas de caráter vascular ou cerebral. O médico disse: “era como se o corpo tivesse sido apenas desligado, de forma natural”.
Ufólogos acreditam que os dois casos estejam relacionados.
Zigmund foi encontrado morto em Junho, cinco meses depois (Novembro) o polícia Alan Godfrey teve encontro com um OVNI, a 2 km de distância daquela mina de carvão de Burnley.
Se quiser ver documentário, em que participa Alan Godfrey, veja aqui (estão em inglês).
Na ufologia existem imensos relatos interessantes, porém relatos são apenas relatos, alguns sem fotos nem evidências físicas.
Mas neste blog gosto de partilhar os casos mais emblemáticos que marcaram a ufologia e muitos deles ainda sem "Negação oficial" ou seja continuam sendo inexplicáveis.
Alguns desse casos com provas (seja objectos ou fotografias do OVNI) que foram analisadas em laboratório e consideradas provas verdadeiras.
Exemplos são as fotos de OVNI fotografadas por Carlos Díaz, no México, ou amostras de ADN extraterrestre de um fio de cabelo no caso ufológico de Peter Khoury.
Partilho agora outro caso intrigante, o incidente OVNI do lago Falcon (no Canadá), em 1967. Stephen Michalak ficou com queimaduras no corpo e na roupa, os níveis de radiação eram elevados.
Ainda foi encontrado naquele local pedacinhos metálicos que continham níveis altos de radiação, ainda hoje o caso permanece sem explicação plausível.
No início de tarde, a 20 de Maio de 1967, o geólogo amador Stephen Michalak estava no lago Falcon, procurando por minerais. Percebeu uma certa agitação entre os gansos que estavam por perto e, ao olhar para cima, avistou dois objectos brilhantes com formato ovalado fazendo uma rápida manobra de descida.
Um dos objectos pousou sobre uma rocha plana cerca de 50 metros de onde Stephen se encontrava, enquanto que o outro parou a sua descida abruptamente, pairando em posição estacionária próximo dele. Instantes depois, essa segunda nave partiu rapidamente, mudando do vermelho para o alaranjado e, finalmente cinza antes de desaparecer. A que pousou também mudou de cor; de vermelho a cinza, até ficar no tom de metal incandescente.
Curioso, Stephen aproximou-se cuidadosamente do objecto pousado e, segundo relatou, o OVNI parecia-se com uma tigela com um domo no topo, e media perto de 12 metros de largura por 4,5 metros de altura. A nave produzia uma espécie de zumbido e emitia um odor semelhante ao de enxofre, e existiam aberturas através das quais era possível ouvir vozes abafadas. Stephen conseguiu distinguir pelo menos duas que pareciam ser humanas.
Stephen contou que, num primeiro momento, ele pensou que se tratava de um objecto de origem terrestre, e tentou comunicar-se com os ocupantes da nave em vários idiomas, perguntando se eles precisavam de ajuda. Mas, ao não obter nenhuma resposta, ele resolveu espreitar, enfiado a cabeça através da porta para ver se havia alguém no interior. Não havia ninguém no interior, apenas luzes e painéis. Seria a nave controlada remotamente?
Nesse momento, alguns painéis deslizaram e bloquearam a porta e, ao tentar afastar-se, Stephen tocou a nave que, de tão quente, chegou a derreter as luvas que ele estava a usar. De repente, o OVNI levantou voo liberando ar super aquecido por uma grade que funcionava como sistema de exaustão, queimando o chapéu de Stephen e fazendo com que a sua camisa se incendiasse queimasse o seu torso. Além disso, o canadense lembra-se de sofrer um forte ataque de náusea.
Este fato incendiou as roupas da testemunha e o deixou com queimaduras de primeiro grau no estômago, onde o padrão da grade do navio foi queimado. Um hospital em Winnipeg tratou das suas queimaduras, que mais tarde evoluíram para bolhas. Além disso, os episódios de tontura, diarreia e desmaios duraram várias semanas.
Michalak relatou o incidente às autoridades canadenses e norte-americanas, concluindo eventualmente uma avaliação física e mental na Clínica Mayo em Minnesota. Esta prestigiosa clínica determinou que o homem não mentia nem sofria de problemas psicológicos. Um ano depois, vários pedaços de metal retorcido foram recuperados do suposto local onde o disco voador pousou. Os testes mostraram que o metal era altamente radioactivo ... As roupas que a testemunha vestiu e amostras do solo também foram analisadas, produzindo resultados semelhantes.
Ressalte-se que o objecto principal do caso deixou uma marca no terreno onde a vegetação não crescia. Este tem um diâmetro de 4 metros e meio e é circular. Até hoje, nem o Canadá nem as autoridades dos Estados Unidos conseguiram explicar o evento.
O caso foi investigado intensamente por vários níveis de governo e a conclusão oficial, mesmo da Força Aérea dos Estados Unidos, foi que o caso não tinha explicação, observou Rutkowski.
Saiu mais um documentário sério sobre OVNIS, "The Phenomenon" (O fenómeno). Este parece bom pois tem depoimentos de ex-astronautas e um ex-subsecretário da Defesa para a Inteligência (Christopher Mellon), entre outros, o que dá maior seriedade ao documentário.
Revela ainda vídeos OVNI de arquivos que ainda não eram conhecidos do Público.
No documentário participa também o ex-chefe de gabinete da Casa Branca, John Podesta (vários emails dele surgiram na Wikileaks sobre OVNIs).
O documentário "The Phenomenon" cobre a casuística OVNI dos últimos 70 anos, foi dirigido por James Fox e narrado por Peter Coyote.
“A nossa equipa reuniu o testemunho e as evidências mais convincentes de todo o mundo que levarão inclusive os mais cépticos a chegar à conclusão de que não estamos sozinhos”.
Em 1991, em Espanha- Vallecas (vilarejo em Madrid) ocorreu um caso de possessão sobrenatural que originou a morte de Estefânia Gutierrez Lazaro.
O mais intrigante nesse caso, foi o testemunho de dois polícias, no seu relatório ficou escrito os fenómenos paranormais que observaram na casa.
Duas semanas antes, Estefânia (de 18 anos) tinha feito com amigos uma sessão com o tabuleiro Ouija e o copo de vidro partiu-se misteriosamente, após isso começou a ter sintomas estranhos, convulsões, sem motivo aparente.
Uma vez os amigos viram uma pequena névoa negra aproximar-se do rosto de Estefânia e entrar pelo seu nariz. Dias mais tarde ela entrou em catalepsia (não podia mover-se nem falar).
Nunca recuperou, acabou por falecer em Agosto de 1991.
A autópsia concluiu que ela faleceu de morte súbita, falência de órgãos como o coração e pulmões.
Mas isto não ficou por aqui, os pais ouviam vozes estranhas de noite chamando "mãe, mãe", alguns objectos no quarto dela e os lençóis caiam no chão (mesmo com o quarto fechado e sem correntes de ar, sem explicações plausíveis).
Por vezes ouviam no corredor da casa uma gargalhada maléfica (mas não parecia a voz de Estefânia, parecia uma voz de uma mulher velha).
Por vezes portas da casa batiam com força, uma vez um quadro/moldura com a foto de Estefânia começou a queimar espontâneamente, inclusive os pais fotografaram.
Os vizinhos, dizem que algumas vezes viram um "vulto escuro" através da janela, no quarto de Estefânia.
Os fenómenos poltergeist continuaram a aumentar, tanto que em Novembro de 1992 o inspector da polícia Jose Negri foi chamado à casa, pelas 2:40 da madrugada.
Foi o inspector Negri, mais dois polícias e um oficial José Pedro. Os próprios testemunharam sons estranhos na casa, batidas sólidas na parede, isso ficou registado no relatório.
«Estávamos com a família, dava para ouvir e ver como uma porta de armário perfeitamente fechada abria e fechava. Verificámos a porta. Ela moveu-se de uma forma antinatural. Momentos depois vimos como uma toalha de mesa numa mesinha de telefone se tornou numa mancha por uma substância acastanhada, que o Inspector identificou como “como gosma”. Quando verificámos os quartos da casa, vimos como um crucifixo de madeira girou de cabeça para baixo e o cristo de metal sobre ela foi arrancado. Uma das filhas do casal então colocou a cruz atrás da porta, num poster. Então, no mesmo momento, apareceram três “marcas de pregos, arranhões no poster»
Os agentes saíram da casa, um pouco assustados, e nada podiam fazer sobre aquilo.
A Família tentou exorcistas, padres, xamãs, não conseguiram eliminar aquele mal, tiveram que vender a casa e sair.
Este foi dos casos mais interessantes e inexplicáveis, documentados, pois houve testemunhas neutras (os polícias) que atestaram a veracidade dos fenómenos, e ficou registado em relatório.
Anos mais tarde (em 2017), a Netflix comprou os direitos do filme espanhol "Verónica" de Paco Shortly, baseado nesse caso real da Estefânia. No Brasil e outros países, tem tido títulos variados como "A possessão de Verónica" ou "Bom dia Verónica".
Numa manhã em Janeiro de 1981, o fotógrafo mexicano Carlos Diaz parou num estacionamento deserto no Parque Ajusco, perto da Cidade do México. Estava a trabalhar para uma revista e combinou um encontro com um jornalista que ainda estava para chegar.
Diaz estava sentado no carro, preparando a sua câmera para o trabalho que tinha pela frente. Embora fosse de manhã cedo, o ar estava denso com a humidade que tornava desconfortável até mesmo ficar sentado quieto. Impaciente, Diaz começou a olhar para o relógio.
De repente, a sua atenção foi atraída por um estranho brilho amarelo vindo do vale abaixo dele. A princípio ele pensou que fosse um incêndio florestal, mas, um instante depois, a fonte de luz revelou-se um grande OVNI laranja e oval, pairando lentamente a cerca de 30 metros do seu carro.
Incapaz de acreditar nos seus próprios olhos, Diaz rapidamente agarrou a câmera. Com ele apoiado no volante, começou a fotografar freneticamente. Então, sem aviso, todo o carro começou a tremer violentamente.
Diaz saiu do veículo e tirou mais duas fotos antes que a nave voasse verticalmente para o céu, deixando Diaz em estado de choque. Este encontro marcou o início do que viria a tornar-se um dos mais fascinantes e antigos casos de contactados na história da Ufologia.
Enquanto vagava pela vegetação, Diaz foi novamente alertado da presença de um OVNI por um brilho laranja, que ele podia ver apenas vagamente através da neblina e da chuva que haviam saturado a floresta no Parque de Ajusco. Ao escalar as paredes do vale, ele conseguiu posicionar-se a 45 metros do objecto. Diaz observou a nave pairando acima dele, emitindo uma luz laranja brilhante.
Era, disse ele, em forma de cúpula com um anel liso no centro. Este, afirmou Diaz, estava coberto com uma série de meias esferas, cada uma com cerca de um metro de diâmetro. Agachado atrás de algumas pedras, Diaz pensou que as suas acções passaram despercebidas, mas, enquanto continuava a observar a nave, ele sentiu alguém agarrar o seu ombro por trás.
Diaz desmaiou imediatamente e, quando acordou, estava escuro e o OVNI havia desaparecido. Ele ficou chocado ao descobrir que, apesar da chuva forte, as suas roupas estavam completamente secas. Nesse ponto, ele sabia que algo estranho havia acontecido consigo. Quando voltou para o carro, Diaz notou outro carro estacionado à sua frente.
Nesse ponto, afirmou Diaz, uma entidade humanóide de cabelos louros se aproximou dele e lhe disse que se ele quisesse saber mais sobre o que acabara de vivenciar, deveria retornar ao mesmo local ao meio-dia do dia seguinte. Aparentemente, quando Diaz voltou no dia seguinte, ele descobriu a mesma entidade sentada na relva.
Diaz afirmou que o ser então se virou para ele e explicou que foi ele quem agarrou o seu ombro no dia anterior. Antes de partir, o ser também disse a Diaz que ele tinha vindo de dentro da nave e que Diaz iria gradualmente recuperar a sua memória do que tinha acontecido enquanto ele estava inconsciente. Com certeza, nos próximos meses, a memória de Diaz voltou, peça por peça.
De acordo com o seu relato, ele lembrou que a nave pairava directamente sobre a sua cabeça. Ao tentar tocar a nave, a sua mão pareceu passar pela luz amarela e ele pareceu fundir-se a ela. A próxima coisa que ele lembrou foi de ver a nave estacionada numa plataforma dentro de uma caverna gigante.
Diaz ficou maravilhado quando se lembrou do que tinha visto lá dentro: "Estava cheio de estalagmites, algumas das quais esculpidas no que pareciam ser esculturas maias", afirmou.
“Vi muitas pessoas na caverna, algumas das quais acenaram para mim e, em estado de choque, eu acenei de volta.”
Aparentemente, o ser que Diaz encontrou no parque levou-o a uma caverna menor que continha sete ovos brilhantes em forma de orbes, uma das quais Diaz foi convidado a entrar. Ao entrar, Diaz inicialmente só viu a luz amarela.
Mas então ele viu-se cercado pela imagem de uma floresta.
"Eu podia ver todos os detalhes da floresta como se estivesse andando por ela", disse Diaz. Eu não conseguia tocar em nada, mas podia sentir a temperatura e a humidade." Podia ver e experimentar tudo, mas não estava fisicamente lá. "
O seu guia então disse-lhe que as orbes também eram um sistema para armazenar informações e que certos dados lhe foram transmitido. Diaz foi então devolvido ao parque.
CONTACTO CONTÍNUO:
Segundo Diaz, este foi apenas o primeiro de uma série de contactos com os mesmos seres, que continuaram depois. Desde 1981, Diaz afirmou que a sua experiência dentro das órbitas permitiu que ele "viajasse" para diferentes regiões do ecossistema da Terra - floresta, deserto, selva, litoral e até mesmo áreas do Ártico - com o seu contacto extraterrestre.
Por meio desse contacto, Diaz afirma ter sido imbuído da consciência da interconexão de toda a vida e da necessidade de preservar o nosso meio ambiente.
Para muitos ufologistas, especialmente aqueles que tiveram os seus "dedos queimados" por supostos contactados antes, essas alegações podem parecer rebuscadas. No entanto, Diaz é visto por muitos pesquisadores como uma fonte altamente confiável, não apenas por causa do forte corpo de evidências fotográficas que ele reuniu para apoiar as suas afirmações.
Ufólogos de todo o mundo dizem que as fotografias são das mais impressionantes na Ufologia, e originais.
Jaime Maussan, um ufólogo mexicano levou as fotos a Jim Dilettoso, um especialista em processamento de imagens do Village Labs, em Tucson, Arizona, que concluiu que elas eram genuínas. Depois de se certificar de que não estava lidando com um embusteiro, Maussan visitou Diaz na sua casa em Tepoztlan, no México. Lá, ele falou com várias outras testemunhas que afirmaram ter visto exactamente o mesmo tipo de OVNI.
A aparente credibilidade do caso de Diaz também atraiu pesquisadores de OVNIs de mais longe, que tentaram colher insights sobre a agenda alienígena das alegações de contactados de Diaz. O autor alemão Michael Hesemann, que entrevistou Diaz pela primeira vez em junho de 1994, está convencido da credibilidade da sua história.
A análise de especialistas das fotos de OVNIs de Carlos Diaz foi extremamente completa. O ufólogo mexicano Jaime Maussan deu os negativos originais ao Professor Victor Quesada do Instituto Politécnico da Universidade do México para exame.
Quesada afirmou: ‘Ficamos chocados ao descobrir que o espectro de luz do objecto era diferente de tudo que já vimos, quebrou todos os parâmetros anteriores e não correspondia a nada em nossos bancos de dados. A luz era extraordinariamente intensa. Não houve evidência de sobreposição ou fraude. Estimamos que o objecto tenha cerca de 30 a 50 metros de diâmetro. "Curiosamente, as fotos também foram analisadas pelo Dr. Robert Nathan no Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA na Califórnia. Nathan, um céptico OVNI notório, afirmou que não conseguiu encontrar nenhuma evidência de uma farsa.
Certamente, para muitos que examinaram as três imagens, a primeira foto é a mais impressionante. Nele, a nave brilhante laranja pode ser vista através do para-brisa do carro, e a luz do objecto é reflectida tanto no capô do carro quanto na grade de proteção de metal ao lado da estrada. Esses, em particular, são detalhes que os especialistas afirmam ser extremamente difíceis de falsificar.
Existe também um video do Ovni.
Repare que, na época, não havia photoshop nem softwares de vídeo-montagens como existem hoje, para falsificar este tipo de OVNIS.
ICE - Polícia Paramilitar- Assassinos do Estado
-
A agência federal conhecida como ICE tem estado no centro de intensas
polémicas e ganhou grande destaque recentemente, sobretudo após episódios
em que c...
É insustentável criar filmes com IA
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Pelo que tenho observado na evolução dos geradores de vídeo por IA — como o
Sora 2, Kling 2.6, Google Veo 3.1, Hailuo 2, entre muitos outros — é
inegável...